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Entrevista Mørkt Atmospheric Symphonic Black Metal - Necropsya Metal Rádio

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Entrevista Mørkt Atmospheric Symphonic Black Metal

NMR- Em meados de 2016 vocês lançaram o seu primeiro EP intitulado “Dark Forest”, podem falar um pouco mais dele e quais foram as influências?

Mørkt – O EP é a representação direta de nossas jornadas mais obscuras, que abordam misantropia, ocultismo, e sentimentos obscuros do lado humano que sempre nos assolam. Buscamos construir um estilo que acreditávamos ser inédito: Atmospheric Symphonic Black Metal. Nossas principais influências foram Dimmu
Borgir, Cradle of Filth, Nargaroth, Dark Funeral e Immortal.

NMR-  Qual foi a principal diferença do primeiro Ep “Dark Forest” para o seu primeiro “full-length” lançado em setembro de 2019 intitulado “In The Loneliness Of The Abyss”?

 Mørkt – Creio que a principal diferença esteja na qualidade do material. Tentamos algo mais elaborado, mas sem perder a nossa essência. Demos mais espaço para a guitarra, baixo e teclado. Com a nova formação novas ideias foram acrescentadas, complementando o trabalho inicial.

NMR-  A “Mørkt” é uma banda nova, nascida há apenas seis anos e já colheu vários frutos nesse caminho.

Mørkt – Como e quando surgiu a ideia de montar a banda e qual o significado deste nome?
Apesar de já termos 6 anos, só fizemos nossa primeira apresentação após 2 anos de existência. Este tempo foi necessário para ficarmos prontos. A ideia começou a surgir em meados de 2015, pensando em expor minha ideologia e ideias para o Black Metal. Eu estava sempre pensando em ir além, em fazer algo diferenciado e acabei encontrando pessoas que compartilhavam da mesma ideia que foram os membros de origem: Bruno (Guitarra), Tiago (teclado), Flávio (2°guitarra), Mateus (baixo) e eu (Kyons) na bateria e vocal. Sobre o nome, ele tem origem norueguesa que significa Escuro/Escuridão, tudo definido em uma única palavra.

NMR-  Falando um pouco mais sobre vocês, como foi o primeiro contato com a música, quando você optou por ser vocalista de uma banda de metal, qual é seu estilo favorito?

Mørkt- 

Kyons: “Meu primeiro contato com música já foi direto para o metal vamos dizer assim. Eu fiquei alucinado na época, com um vinil que meu irmão mais velho tinha, que nem sei como ele arrumou. Era o Somewhere in time do Iron Maiden. Eu ouvia várias e várias vezes, e ficava fascinado com aquela capa do álbum com um cenário bem cyberpunk misturado com elementos das trevas. Se não me engano eu tinha uns 11 anos. Desde então fui evoluindo de gosto musical até chegar no gênero que eu considero o ápice do metal, o Black Metal, mais especificamente o Atmospheric e Symphonic que ficaram como meus favoritos. Com o passar dos anos, você sente que nasceu para aquilo, com uma certa facilidade para executar o estilo, e assim me dei conta que eu conseguia fazer vocais agudos bem potentes. Depois ainda aprendi a tocar bateria em modo autodidata.”

KollHell: “O meu primeiro contato foi através de primos mais velhos, e amigos. Não tenho um estilo favorito, seria o metal extremo bem trabalhado e o metal raíz: Heavy, Trash, Death e Black Metal músicos de renome ou algumas variações do metal e estilos variados.”

Krön: “Desde pequeno tenho bastante contato com a música clássica, ouvia muitos artistas da época do Romantismo como Chopin e Franz List, e meus pais sempre ouviam Rock Clássico o que me fez entrar no mundo do Rock. Aos 13 anos tive meu primeiro contrabaixo fazendo parte de um grupo cover e com o tempo acabei entrando na escola de música onde, mesmo depois de sair, continuei estudando de forma profissional,hoje bem mais voltado pra área jazzística da música. Os estilos que mais idolatro são o Black Metal e o Death Metal, especificamente o Black Metal Atmosférico e o Death Metal Técnico Progressivo com suas influências de Jazz e música clássica.”

Máris: “Eu nasci no meio da música clássica e do rock pois minha mãe sempre escutou. Ganhei meu primeiro piano aos 4 anos de idade, aprendi algumas músicas infantis e descobri que eu adorava  tocar. Aos 9 anos ganhei meu primeiro teclado e fiz um ano de aula. Daí pra frente passei a estudar por conta própria. Meu primeiro contato com Metal Extremo/Black Metal foi aos 13 anos de idade quando ouvi álbuns de Cradle of Filth, Dimmu Borgir, Dark Funeral, Gorgoroth, dentre outros. Percebi então que meu desejo era tocar Black Metal Sinfônico. Aos 22 anos ganhei meu sintetizador e é com ele que eu toco até hoje, buscando sempre mesclar o Black Metal Sinfônico e o Atmosférico para criar músicas com a personalidade da Mørkt.”

NMR-  Máris como é ser a única mulher na banda? Já sofreu algum preconceito por isso?

Mørkt – “Sobre os membros da horda, nunca sofri preconceito por ser a única mulher e, para mim, é uma situação super normal. Nos tratamos bem e nos respeitamos igualmente. Sobre o público também nunca sofri preconceito mesmo sendo um ambiente majoritariamente masculino.”

NMR-  Quais suas maiores inspirações para compor?

Mørkt- 

Kyons: “Hoje em dia sem dúvidas, Cradle of Filth, Nargaroth, Dimmu Borgir, Dark Funeral e SAOR. As letras,como normalmente sou eu que as crio, são sempre um desafio. É necessário o momento certo para surgir a inspiração. Basicamente abordo temas como trevas, ocultismo, sexo, mais amplamente ambientes e misantropia juntamente com sentimentos que levam o ser humano a angústia e conquistas.  As vezes também abordo satanismo, contos e histórias de horror.”

KollHell: “Em momentos ruins sempre surge uma boa ideia. É a mistura da lembrança desses momentos ruins com as músicas que aliviam a dor, e algumas influências como Death, Bathory, Deicide, Entroned,entre outras”. 

Krön: “Minhas maiores inspirações na música são Chopin e Jaco Pastorius e como Baixista, Dominic Forest Lapoint, Hugo Doyon Karout e Linus Klausenitzer.”

Máris: “Minha inspiração está diretamente associada às trevas. Quando me sinto imersa nelas é que tenho vontade de compor. Pode acontecer quando estou escutando um álbum de Black Metal ou quando estou sozinha em um quarto escuro. Antes de entrar na Mørkt eu compunha apenas pedaços de músicas, complementos para bases que já estavam feitas. A atmosfera da Mørkt me inspirou a compor minhas próprias músicas do  zero, principalmente com o incentivo do Kyons que, também, muito me inspirou. Eu componho para expressar sentimentos que não sei descrever em palavras.”

NMR-  Como está a agenda de vocês para este ano? Algum novo projeto? Quais são os planos de vocês para o futuro?

Mørkt – A quarentena interrompeu nossas previsões de show no primeiro semestre de 2020. Nosso próximo show está marcado para 17 de outubro em São Paulo, ao lado das hordas Lhe Frusto, Mørk Visdom, Gollum e  Occult Emperor. Estamos aproveitando o tempo livre para compor. Esperamos que tudo volte ao normal o mais rápido possível para concluirmos e divulgarmos novos trabalhos.

NMR- Deixe uma mensagem aos fãs e leitores da Necropsya Metal Rádio. Obrigada pela entrevista.

Mørkt – Aos seguidores da horda e da rádio, só temos a agradecer por nos ouvirem e curtirem nossas melodias.
Ainda temos muito o que conquistar, em um país que não favorece nada ao metal em geral. Entretanto jamais iremos desistir e logo estaremos apresentando em várias cidades e estados com mais  material para vocês.
Aos fãs, nossos sinceros agradecimentos, só força e honra e, como nós, nunca desistam de seus objetivos,principalmente se for agregar ao nosso cenário de metal extremo! Muito obrigado! Hail!

 

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